Durante a perícia, os proprietários ficaram em hotéis pagos pela empresa Seripatri, proprietária do helicóptero
As duas casas atingidas pelo helicóptero da empresa Seripatri, que caiu na última quinta-feira em Carapicuíba, na Grande São Paulo, foram liberadas na manhã deste sábado pela Polícia Civil e pela Aeronáutica, que comandavam o serviço de perícia. Com isso, os moradores tiveram acesso liberado a suas casas para avaliar os estragos.
(Foto: Reprodução/ TV Globo)
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Cinco pessoas morreram no acidente, dentre elas, o filho mais novo do governador Geraldo Alckimin (PSDB), Thomaz Alckimin. Além do filho de Alckimin, de 31 anos, morreram o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, de 42 anos, Leandro Souza, de 34 anos e Erick Martinho, de 36 anos.
Na queda, parte do rotor abriu um buraco na laje e destruiu um banheiro e o escritório. De acordo com os moradores, o cheiro de querosone é muito forte no interior das residências.
Banheiro da suíte de uma das casas ficou completamente destruído com queda de helicóptero (Foto:Reprodução/ TV Globo)
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Durante a perícia, os proprietários ficaram em hotéis pagos pela empresa Seripatri, proprietária do helicóptero. A retirada dos destroços começou sexta-feira na hora do almoço e só acabou no começo da madrugada deste sábado.
As peças da aeronave modelo EC 155, prefixo PPLLS, foram recolhidas e encaminhadas à unidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em Jundiaí, também em São Paulo, onde já estão sendo periciadas. A aeronave ficou totalmente destruída na queda. De acordo com os investigadores, o relatório final oficial das causas do acidente pode demorar de três meses a um ano, mas os primeiros laudos podem sair em 10 dias.
As primeiras testemunhas do acidente começam a ser ouvidas na segunda-feira no Primeiro Distrito Policial de Carapicuíba, de acordo com o delegado Marcos César Santos. Inicialmente, serão ouvidos técnicos responsáveis pela manutenção da aeronave e os proprietários do helicóptero.
Em nota, a Seripatri informou que o helicóptero tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo e estava com sua documentação e manutenção em ordem.
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