Para o prefeito ACM Neto, é impossível corrigir todos os problemas, a exemplo do transporte clandestino
Durante o Carnaval, o sistema de transporte para os circuitos foi um dos pontos mais criticados pela população — principalmente na volta para casa, incluindo desde a longa espera para os ônibus, linhas especiais que iam em direção aos estacionamentos e até o serviço de táxis.
“A gente não tem como proibir mototáxi na festa", disse ACM Neto
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No entanto, o secretário municipal de Mobilidade, Fábio Mota, minimizou os problemas. Segundo ele, o deslocamento funcionou bem até o intervalo das 3h às 5h.
“É verdade que tivemos problemas, não estou escondendo. Mas foi bem menos do que nos carnavais anteriores, porque durante 22 horas do dia, tudo funcionou 100% bem. Nessas outras duas horas de ‘rush’, tivemos reclamações porque é impossível transportar 500 mil pessoas numa cidade que praticamente só tem ônibus e táxis, já que o metrô ainda é pequeno”, argumentou.
No caso dos táxis, cujo número de viagens aumentou (passou de 35 mil em 2014 para 115 mil em 2015), Mota diz que o índice de satisfação, segundo a Ouvidoria da prefeitura, chegou a 70%. No ano passado, foi de 32%.
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Além disso, foram recebidas 5 mil denúncias de táxi pelo Whatsapp disponibilizado pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) no Carnaval. Para o prefeito ACM Neto, é impossível corrigir todos os problemas, a exemplo do transporte clandestino. “A gente não tem como proibir mototáxi na festa. Se eu dissesse que não vai haver transporte clandestino, não conheceria o Carnaval de Salvador”.
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